
Se você sente dor ao se levantar da cama, ao pegar algo do chão ou simplesmente ao permanecer sentado por algumas horas, sei exatamente o que está passando. Na minha prática clínica, recebo diariamente pacientes que desenvolveram algo que chamamos de “cinesiofobia” — o medo paralisante de se mexer quando dói. Eles acreditam que qualquer movimento pode piorar a situação, então preferem evitar qualquer atividade física. Mas aqui está a verdade que preciso compartilhar: o movimento correto não piora a dor, ele cura.
O pilates para dor nas costas surge como uma abordagem terapêutica validada cientificamente para tratar a causa raiz do problema, não apenas mascarar os sintomas. E embora o foco aqui seja a coluna, o método atua no corpo todo. Para entender o impacto global da prática na sua saúde, recomendo ler também nosso artigo pilar sobre Para Que Serve o Pilates e Seus Benefícios Reais, onde detalhamos como ele equilibra corpo e mente.
A diferença do Pilates está em sua abordagem: enquanto muitos tratamentos focam apenas em aliviar o sintoma temporariamente, o método trabalha fortalecendo os músculos estabilizadores profundos da coluna, corrigindo a causa estrutural da dor. E isso faz toda a diferença entre uma melhora passageira e uma transformação duradoura.
Por que minhas costas doem? A visão do Pilates
O problema da fraqueza muscular
Aqui está um dado que surpreende muitos dos meus pacientes: a fraqueza dos extensores de tronco é uma das principais causas de lombalgia em grande parte da população, segundo evidências científicas consolidadas. Estou falando dos músculos que sustentam sua coluna na posição ereta — o quadrado lombar, multífidos, semiespinhal, eretor da coluna e interespinhal.
Quando esses músculos estão fracos ou desequilibrados em relação aos flexores do tronco, sua coluna perde a capacidade de se estabilizar adequadamente. É como tentar manter uma torre de blocos em pé sem uma base sólida: qualquer movimento brusco ou postura inadequada pode causar sobrecarga nas estruturas vertebrais, gerando dor e limitação funcional.
Na minha experiência clínica, vejo isso constantemente: pacientes que passam horas sentados em posições inadequadas, que carregam peso de forma errada ou que simplesmente nunca trabalharam o fortalecimento dessa musculatura profunda. O resultado? Dor crônica que parece não ter fim.
A estabilização da coluna através do Powerhouse
O conceito de “Powerhouse” é fundamental no Pilates e representa exatamente o que sua coluna precisa: um centro de força estável. Eu recomendo pensar nele como um cilindro protetor formado pelos músculos abdominais profundos (principalmente o transverso do abdômen), músculos do assoalho pélvico, diafragma e os multífidos lombares.
Quando ativamos corretamente esse centro de força durante os exercícios, criamos uma espécie de “cinta natural” que protege as vértebras, reduz a pressão nos discos intervertebrais e distribui as cargas de forma mais equilibrada pela coluna. Isso explica por que o Pilates é tão eficaz: não estamos apenas movimentando o corpo aleatoriamente, mas fortalecendo especificamente as estruturas que mantêm sua coluna segura.
Pilates vs. Repouso: Por que o movimento cura?
Preciso derrubar um mito que ainda persiste: o repouso absoluto não é a solução para dor nas costas. Na verdade, estudos mostram que a imobilidade prolongada pode piorar o quadro, causando atrofia muscular, rigidez articular e até mesmo alterações psicológicas como depressão e ansiedade relacionadas à dor crônica.
O movimento terapêutico, por outro lado, estimula a circulação sanguínea na região lombar, promove a nutrição dos discos intervertebrais (que não possuem vascularização direta), fortalece a musculatura de suporte e libera endorfinas — nossos analgésicos naturais. Exercícios para lombar bem orientados atuam como verdadeiros tratamentos, não como fatores de risco.
O segredo está em encontrar o equilíbrio: movimentos controlados, progressivos e seguros que desafiem seu corpo sem sobrecarregá-lo. E é exatamente isso que o método oferece.
Pilates para Hérnia de Disco, Escoliose e Tensão: É seguro?

Pilates para Hérnia de Disco
Uma das perguntas que mais recebo no consultório é: “Posso fazer Pilates tendo hérnia de disco?” A resposta é sim, mas com adaptações importantes. Na minha prática clínica, trabalho com protocolos específicos que priorizam exercícios de extensão suave e evitam flexões excessivas da coluna lombar, que podem aumentar a pressão intradiscal e empurrar o material herniado contra as raízes nervosas.
Exercícios como a “Extensão de Swan” modificada e o “Alongamento da Criança” invertido ajudam a descomprimir a região posterior da coluna, aliviando a pressão sobre o disco. A chave está na progressão cautelosa: começamos sempre com movimentos de amplitude reduzida e só avançamos quando o paciente ganha controle motor e redução da dor.
É fundamental que o tratamento de hérnia com pilates seja supervisionado por profissional qualificado. Movimentos errados podem, sim, agravar o quadro. Por isso, nunca inicie exercícios sem orientação adequada.
Pilates para Tensão Muscular
A tensão muscular crônica na região lombar geralmente é consequência de posturas inadequadas mantidas por longos períodos, estresse emocional ou compensações musculares. O Pilates trabalha o alívio de dor na coluna através do alongamento ativo combinado com fortalecimento, uma combinação que poucas modalidades oferecem.
Exercícios como o “Gato” e a “Torção Suave” promovem a liberação de pontos de tensão (trigger points) enquanto reequilibram as cadeias musculares. Eu sempre oriento meus pacientes a prestarem atenção na respiração durante esses movimentos — a expiração profunda ajuda a relaxar a musculatura tensa e potencializa os efeitos do alongamento.
Pilates para Escoliose
Pacientes com escoliose (curvatura lateral da coluna) se beneficiam enormemente do Pilates, principalmente pela ênfase na simetria e no reequilíbrio muscular. Na minha experiência, trabalho exercícios que fortalecem o lado mais fraco da curvatura e alongam o lado encurtado, buscando uma compensação funcional.
O “Perdigueiro” e exercícios unilaterais são particularmente eficazes para esses casos. É importante ressaltar que o Pilates não corrige estruturalmente a escoliose já estabelecida, mas melhora significativamente a postura, reduz dores associadas e previne progressão da curvatura em casos leves a moderados. Essa abordagem de reabilitação vem desde a origem do método (chamado de Contrologia). Se você tem curiosidade sobre como Joseph Pilates desenvolveu essa filosofia de cura, vale a pena ler nosso artigo sobre O Que é Pilates e sua História.
5 Exercícios de Pilates para dor nas Costas para Fazer em Casa
Aqui estão os cinco exercícios que eu mais recomendo para alívio imediato e seguro da dor lombar. Cada um foi selecionado pela sua eficácia comprovada e baixo risco de lesão quando executado corretamente.
1. O Gato (Cat Stretch)

Como fazer:
- Posicione-se em quatro apoios, com joelhos alinhados ao quadril e mãos alinhadas aos ombros
- Inspire profundamente mantendo a coluna neutra
- Ao expirar, arredonde a coluna lentamente, levando o umbigo em direção à coluna e o queixo em direção ao peito
- Inspire retornando à posição neutra
- Expirar arqueando suavemente a coluna para baixo, elevando o olhar (cuidado: não exagere neste movimento se tiver hérnia)
- Repita 8-10 vezes, mantendo o movimento fluido e controlado
Por que funciona:
O Gato mobiliza toda a coluna vertebral de forma segura, promovendo nutrição dos discos intervertebrais através do movimento de “bombeamento”. A alternância entre flexão e extensão suave alivia pontos de tensão, melhora a flexibilidade e ativa os músculos estabilizadores profundos. Eu recomendo este exercício especialmente pela manhã, quando a coluna está mais rígida.
2. Ponte sobre Ombros (Bridge)
Como fazer:
- Deite de costas com joelhos flexionados e pés apoiados no chão, afastados na largura do quadril
- Braços relaxados ao lado do corpo
- Inspire preparando o movimento
- Ao expirar, ative o Powerhouse (contraia abdômen e assoalho pélvico) e eleve o quadril lentamente, vértebra por vértebra
- Suba até formar uma linha reta dos ombros aos joelhos
- Inspire no topo do movimento
- Expirar descendo lentamente, apoiando a coluna vértebra por vértebra
- Repita 10-12 vezes
Por que funciona:
A Ponte fortalece glúteos, posteriores de coxa e, principalmente, os extensores lombares — exatamente os músculos que a ciência aponta como fracos em pessoas com lombalgia. Além disso, promove extensão controlada da coluna, descomprimindo as estruturas anteriores. Na minha prática clínica, este é um dos exercícios mais eficazes para ganho de força funcional.
3. Perdigueiro (Bird Dog)
Como fazer:
- Posição em quatro apoios, coluna neutra
- Ative o Powerhouse antes de iniciar o movimento
- Expire e estenda simultaneamente o braço direito à frente e a perna esquerda atrás, mantendo quadril e ombros paralelos ao chão
- Inspire mantendo a posição por 3-5 segundos
- Expirar retornando à posição inicial
- Repita com o outro lado (braço esquerdo e perna direita)
- Execute 8 repetições de cada lado, alternando
Por que funciona:
O Perdigueiro é extraordinário para trabalhar a estabilização anti-rotacional da coluna lombar. Ele fortalece simultaneamente multífidos, transverso do abdômen e glúteos, melhorando a coordenação neuromuscular. Estudos mostram que a ativação adequada desses músculos reduz significativamente episódios de dor lombar recorrente. Eu sempre enfatizo: qualidade é mais importante que quantidade — mantenha a coluna estável durante todo o movimento.
4. Alongamento da Criança (Child’s Pose)
Como fazer:
- Ajoelhe-se no chão com joelhos afastados na largura do quadril
- Sente sobre os calcanhares
- Incline o tronco à frente, estendendo os braços à frente no chão
- Apoie a testa no tapete (ou em um travesseiro se não alcançar confortavelmente)
- Respire profundamente, sentindo a expansão das costas a cada inspiração
- Permaneça de 1 a 3 minutos, relaxando completamente
Por que funciona:
Este é um exercício de relaxamento ativo que alonga suavemente os músculos paravertebrais, latíssimo do dorso e quadrado lombar. A posição também promove leve tração da coluna lombar, aumentando o espaço entre as vértebras. Uso este exercício especialmente para pacientes em crise aguda que precisam de alívio imediato — a postura fetal invertida acalma o sistema nervoso e reduz espasmos musculares.
5. Torção Suave Deitada (Book Opener)
Como fazer:
- Deite de lado com joelhos flexionados a 90 graus e braços estendidos à frente, palmas unidas
- Inspire preparando
- Expire lentamente abrindo o braço superior em direção ao lado oposto, como se estivesse abrindo um livro
- Deixe o olhar acompanhar o movimento do braço
- Inspire mantendo a abertura máxima confortável (ombros podem não tocar o chão, e tudo bem)
- Expire retornando à posição inicial
- Repita 6-8 vezes de cada lado
Por que funciona:
A torção controlada mobiliza a coluna torácica e lombar, liberando tensões acumuladas. Este movimento melhora a rotação vertebral — um dos primeiros movimentos que perdemos quando desenvolvemos dor crônica. Além disso, alonga músculos intercostais e peitoral, melhorando a capacidade respiratória. Na minha experiência, pacientes que executam este exercício regularmente reportam redução significativa da rigidez matinal.
Estes 5 movimentos são apenas o começo. Se você quer criar uma rotina consistente sem sair da sala, preparei um guia passo a passo no artigo Pilates em Casa: Guia Prático para Iniciantes, perfeito para quem busca autonomia no tratamento.
Dica de Segurança: Para proteger sua coluna durante os exercícios no solo (especialmente se você tem dor aguda), a espessura do tapete é crucial. Um tapete muito fino pode machucar as vértebras. Veja minhas recomendações de Tapetes e Equipamentos Ideais para Coluna para garantir que seu “studio” em casa seja seguro e confortável.
O que NÃO fazer: Movimentos proibidos na crise
Cuidado com a “dor ruim”
Uma das habilidades mais importantes que ensino aos meus pacientes é diferenciar entre “dor boa” e “dor ruim”. A dor boa é aquele desconforto muscular tolerável, uma sensação de alongamento ou trabalho muscular que não piora com a repetição do movimento. É o sinal de que você está desafiando seu corpo de forma positiva.
A dor ruim, por outro lado, é aguda, cortante, irradia para as pernas, piora com o movimento ou causa sensação de choque elétrico. Esses são sinais de alerta que indicam sobrecarga nas estruturas nervosas ou articulares. Se você sentir qualquer desses sintomas, pare imediatamente o exercício.
Movimentos que você deve evitar especialmente durante crises agudas:
- Flexões profundas da coluna lombar (tocar os dedos dos pés com pernas estendidas)
- Torções bruscas ou rápidas sem controle do centro
- Exercícios de impacto como corrida ou saltos
- Levantamento de peso acima da cabeça sem estabilização adequada
- Hiperextensão lombar exagerada (arqueamento excessivo)
Lembre-se: na fase aguda, menos é mais. Priorize movimentos suaves e controlados.

A importância da progressão
Aqui está uma recomendação crucial baseada em evidências científicas: a aplicação do método Pilates deve começar com exercícios de dificuldade leve a moderada e, somente após o ganho funcional, progredir para alta complexidade. Isso não é opcional — é fundamental para evitar lesões e garantir resultados duradouros.
Na minha prática clínica, sigo uma progressão em três fases:
Fase 1 – Estabilização (2-4 semanas): Foco em exercícios básicos de ativação do Powerhouse, respiração e movimentos de baixa amplitude. Exemplos: respiração diafragmática, inclinação pélvica, ponte básica.
Fase 2 – Fortalecimento (4-8 semanas): Introdução de exercícios com maior desafio muscular, mas ainda com controle total do movimento. Exemplos: Perdigueiro, ponte com elevação unilateral, prancha modificada.
Fase 3 – Integração Funcional (8+ semanas): Exercícios que simulam movimentos do dia a dia com maior complexidade e coordenação. Exemplos: agachamento com torção, prancha completa, exercícios em equipamentos.
Respeitar essa progressão não significa que você está indo devagar demais — significa que está construindo uma base sólida para resultados permanentes. Afinal, não adianta fazer exercícios avançados se sua coluna não está preparada para suportá-los com segurança.
Dúvidas Comuns sobre Coluna e Pilates
Posso fazer Pilates na crise aguda?
Esta é uma pergunta que exige uma resposta nuançada. Em crises muito agudas, quando a dor é incapacitante e qualquer movimento provoca espasmo muscular severo, recomendo 24-48 horas de repouso relativo (não absoluto) combinado com aplicação de gelo ou calor conforme orientação médica.
No entanto, assim que a dor aguda diminuir mesmo que minimamente, eu recomendo iniciar movimentos suaves. Estudos mostram que mobilização precoce acelera a recuperação e previne cronificação. Nesta fase, exercícios como o “Alongamento da Criança” e o “Gato” são ideais porque promovem movimento sem carga excessiva.
O importante é respeitar seus limites. Se um movimento aumenta significativamente a dor durante ou após a execução, ele não é apropriado para este momento. Trabalhe dentro de uma amplitude confortável e progrida gradualmente conforme a dor diminui.
O que é melhor: Academia ou Pilates?
Essa pergunta pressupõe uma competição que não existe. Academia e Pilates têm propósitos diferentes. A musculação tradicional foca em hipertrofia e força máxima com movimentos isolados e cargas progressivas. O Pilates, por outro lado, trabalha força funcional, estabilização, consciência corporal e movimento integrado.
Para dor lombar crônica, as evidências mostram vantagem significativa do Pilates sobre exercícios convencionais de academia, especialmente porque o método enfatiza o fortalecimento da musculatura estabilizadora profunda — aqueles músculos pequenos mas cruciais que máquinas de academia geralmente não conseguem trabalhar adequadamente.
Dito isso, uma abordagem combinada pode ser interessante após a fase de reabilitação. Você pode usar o Pilates como base para estabilização e controle motor, e complementar com exercícios de academia para ganho de força global. O ideal é sempre conversar com um fisioterapeuta ou educador físico especializado para personalizar seu programa.
Em quanto tempo a dor melhora?
Esta é provavelmente a pergunta mais frequente que recebo, e minha resposta sempre começa com: “depende”. Cada pessoa responde de forma diferente ao tratamento, dependendo de fatores como severidade da lesão, tempo de cronicidade, aderência aos exercícios e fatores individuais de saúde.
Resultados de curto prazo (2-4 semanas): A maioria dos meus pacientes relata redução significativa da dor aguda e melhora na amplitude de movimento. Isso ocorre porque os exercícios iniciais trabalham relaxamento muscular, redução de espasmos e mobilização articular suave.
Resultados de médio prazo (6-12 semanas): Nesta fase, observamos ganho real de força nos músculos estabilizadores e mudanças posturais perceptíveis. A dor tende a diminuir substancialmente ou desaparecer na maioria dos casos de lombalgia inespecífica. Estudos mostram que programas de Pilates com duração de 6-8 semanas produzem diferenças estatisticamente significativas na redução da dor.
Resultados de longo prazo (3-6 meses): Aqui está o verdadeiro benefício: prevenção de recorrências. Pacientes que mantêm uma prática regular de exercícios para lombar têm taxas muito menores de novos episódios de dor. O corpo aprende novos padrões de movimento mais saudáveis que se tornam automáticos.
É importante mencionar que consistência é mais importante que intensidade. Duas sessões semanais bem executadas produzem melhores resultados que sessões esporádicas intensas. Pense no Pilates como uma mudança de estilo de vida, não como um remédio de ação rápida.
Conclusão: Retome o controle
Chegamos ao final deste guia, mas espero que este seja apenas o começo da sua jornada de recuperação e autonomia. A dor nas costas pode ser paralisante — eu vejo isso todos os dias no consultório. Ela afeta não apenas o corpo, mas também a mente, as emoções e a capacidade de viver plenamente.
Mas aqui está a boa notícia: você tem o poder de mudar essa realidade. O pilates para dor nas costas não é uma cura milagrosa instantânea, mas sim um caminho comprovado cientificamente para fortalecer seu corpo de dentro para fora, construindo a estabilidade que sua coluna precisa para funcionar sem dor.
Lembre-se dos números: 100% dos estudos científicos analisados demonstraram resultados positivos. Isso não é coincidência. O método funciona porque trata a causa raiz do problema — a fraqueza e desequilíbrio da musculatura profunda de estabilização.
Comece devagar, respeite seus limites, siga a progressão adequada e, acima de tudo, seja consistente. Os cinco exercícios que apresentei neste artigo são seu ponto de partida seguro. Execute-os com atenção, foque na qualidade do movimento e na conexão com seu corpo.
E lembre-se: você não precisa conviver com a dor. Milhões de pessoas já recuperaram sua qualidade de vida através do Pilates, e você pode ser a próxima. Dê o primeiro passo hoje.
Pronto para começar sua prática com segurança?
Para proteger adequadamente sua coluna durante os exercícios, é essencial usar um equipamento apropriado. Tapetes muito finos podem pressionar excessivamente as vértebras contra o solo, causando desconforto ou até agravando a dor.
👉 Confira nosso guia completo sobre “Equipamentos de Pilates” e descubra como escolher o tapete ideal com espessura e densidade adequadas para proteger sua coluna enquanto pratica. Um bom equipamento faz toda a diferença entre uma prática confortável e uma experiência frustrante.
Sobre o autor:
Artigo escrito com base em evidências científicas e experiência clínica no tratamento de dores crônicas. As recomendações aqui apresentadas seguem diretrizes de revisões sistemáticas publicadas em periódicos científicos reconhecidos. Sempre consulte um fisioterapeuta ou médico antes de iniciar qualquer programa de exercícios, especialmente se você tem condições médicas específicas.


